O jejum que diz: Volta logo !

sábado, 17 de janeiro de 2015 Nenhum comentário


Jejum, símbolo de fome por Deus

Imagina se recebemos uma promessa de casamento, em que nosso pretendente nos diz que irá prepara a casa em que vamos morar, mas não podemos ir juntos para conhecer ou se quer dar um palpite na decoração da casa. Ele sai, mas sem data prevista para voltar, diz que vai mostrar alguns indícios quando estiver tudo pronto e nos promete deixar algo que vai amenizar a dor da saudade, e sempre que sentirmos sua falta, este algo estaria aqui para simbolizar que ele não nos abandonou e que temos uma promessa de casamento.
            Acredito que a nossa reação não seria passiva e sem esperança com relação a sua volta. Mas sim de um coração ansioso e cheio de expectativa, para não só conhecer o nosso lar preparado com tanto amor e dedicação, mas também para matarmos a saudade da presença física do nosso noivo. Compensar cada minuto longe da sua presença física.
Mas ao não comer, através da disciplina do jejum, olhamos para o futuro com uma dor no coração, dizendo: "Sim, ele veio. E sim, o que fez por nós é glorioso". Mais precisamente por causa do que vimos e provamos, sentimos agudamente tanto a sua ausência quanto a sua presença. O noivo partiu e não está mais aqui. Ele estava aqui, e nos amou ao máximo. E nós podemos comer e até celebrar com um banquete porque ele veio. Mas também sabemos disso: Ele não está aqui da maneira que estava antes. O noivo partiu numa jornada um pouco antes do casamento, a noiva não pode agir como se estivesse tudo normal. Se ela o ama, desejará ansiosamente que ele volte. Existe uma pergunta por traz do jejum, “nós sentimos falta dele?”, “quão ansiosos estamos pela volta dele?”
            Quando o nosso noivo voltar, ele nos encontrará esperando, ou distraídos com outras coisas que não envolve o nosso casamento? Se estivermos atarefados com outras coisas que não envolve o tão aguardado dia, não é de admirar, então, que a pergunta sobre o jejum pela vinda do noivo seja raramente feita. Se o clamor em si não existe, por que alguém chegaria pelo menos a pensar em expressá-lo com jejum? Como ele mesmo disse:” Quando porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?”
            Se estamos ansiosos pela sua volta, precisamos externar esse sentimento. E o jejum é uma das formas de expressa-lo. Vamos juntos expressar dia e noite, com o coração vibrante e apaixonado o quanto que nós ansiamos pelo dia do casamento. Aquele que testifica estas coisas diz: “Certamente, cedo venho. Amém! Ora! Vem, Senhor Jesus!

Jejum - Uma expressão de saudade

sábado, 10 de janeiro de 2015 Nenhum comentário


Jejum, símbolo de fome por Deus

Uma das coisas mais arrebatadoras na vida de uma pessoa é a paixão. Ela nos dá fôlego e nos tira o sono. Faz com que venhamos perder todo e qualquer apetite, por causa de uma pessoa. Nos tira a razão ou qualquer ponto de equilíbrio que existe em nós. Por essa paixão somos capaz de cometer muitas loucuras incalculáveis. Tão somente por que a todo momento estamos pensando em uma forma de expressar amor e afeto para a pessoa que amamos.
Nos dias de Jesus o jejum era, em geral, associado a tristeza. Era uma expressão de quebrantamento e desespero, geralmente por causa do pecado ou acerca de algum perigo ou alguma bênção profundamente desejada. Era algo que a pessoa fazia quando as coisas não estavam saindo do jeito dela.
No entanto, Jesus muda a perspectiva a respeito do jejum comparando ele a uma expressão de saudades pela ausência do noivo que partiu para preparar um lugar para nós. Sabemos que Jesus mora em nós e Ele disse que nunca nos abandonaria, porém ele não está aqui da mesma forma que estava antes. Como Paulo disse: "Estamos sempre muito animados, pois sabemos que, enquanto vivemos neste corpo, estamos longe do lar do Senhor." 2Co. 5.6 (Versão NTLH).
Estamos ansiosos pela sua volta, para que assuma o seu trono, reine em nosso meio, vindique seu povo, sua verdade e sua glória.
Em um casamento os amigos do noivo não ficam com o semblante triste e não deixam de comemorar a realização do casamento de seu amigo. Assim também uma noiva não deixa de se preparar e se alegrar com o dia que marca a sua vida para sempre, o dia que marca a sua entrega total para sempre. Ao apresentar a nova dispensação do jejum, Jesus não cria uma formalidade ou institucionaliza o jejum, bem como fez na ceia.
Contudo não era um mandamento, mais sim uma predição, uma condição para todos aqueles que amam o noivo e sentem saudades dele. Mas de fato, todas essas coisas perdem o sentido e o valor quando o noivo não está presente. Jesus ao dizer que "Quando o noivo for arrancado, aí jejuaram." Ele quis dizer que toda jubilosidade, perde o sentido e o banquete dá lugar a tristeza e a perda da fome e o interesse pelas coisas dessa vida. Porque a maior razão de suspirarmos, perdermos as nossas noites de sono e aquilo que ocupa a nossa cabeça a maior parte do tempo não está aqui.

O jejum é a expressão física do desejo ardente do coração do homem pela volta de Jesus. Até que ponto sentimos sua falta? Ele está nos atraindo mais uma vez, a ausência dele é dolorosa de mais para tentarmos viver sem ele nesse mundo vil. Vamos correr e persegui o noivo descrito em cantares, que simplesmente deixou o seu perfume na maçaneta da porta que não abrimos, devido a não estarmos com roupas adequadas e preparados para dormir. Vamos expressar nossa saudade por Jesus.

A cultura do Natal

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 Nenhum comentário
"Todo ano, é a mesma coisa: a mãe, cansada, diz que nunca mais vai receber a família em casa, as crianças esperam pelos presentes e todos acabam se reunindo em volta da ceia. Mas de onde surgiram os símbolos do Natal? Por que comemos peru nesta data? Afinal, de onde surgiu a imagem do Papai Noel como a conhecemos?

Muitas das tradições natalinas foram importadas no período da colonização. O peru, por exemplo, é uma ave típica dos Estados Unidos. A ave é consumida durante o dia de Ação de Graças e representa a fartura. O costume chegou aqui durante o período de imigração do século 19.
Pratoprincipal, o peru foi “importado” dos Estados Unidos Foto: Divulgação
O presépio representa o cenário do nascimento de Jesus e teria sido idealizado por São Francisco de Assis. Ele teria pedido a um artista, Giovani Villina, para reconstituir o momento e depois feito uma missa em frente ao local. Não podem faltar a manjedoura com o menino Jesus, José, Maria, os Reis Magos, além dos bichinhos que presenciaram a chegada do bebê, como ovelhas, e pastores.
 
Já o panetone, famoso por sempre dividir opiniões, surgiu em Milão, na Itália, e era servido apenas em ocasiões especiais. Você pode não gostar, mas fazer o pão com as frutas cristalizadas custava muito caro e tornava o seu consumo algo especial.
O panetone foi criado na Itália e era uma iguaria caríssima e especial Foto: Divulgação
Enfeitar a árvore de Natal também tornou-se um momento especial para as famílias, especialmente as que têm crianças. Mas por quê um pinheiro é o símbolo da festa? Muitas civilizações antigas utilizam árvores durante rituais de celebração religiosa. Acredita-se que o costume tenha passado dos povos dos países bálticos, que enfeitavam pinheiros de maneira bem parecida com a feita atualmente.
Mas as histórias sobre como o enfeite passou a ser parte do Natal ainda é incerta: alguns acreditam que foi um monge católico quem resolveu transformar o costume “pagão” em parte da festividade cristã, instituindo ainda o símbolo da Santíssima Trindade ao formato triangular do pinheiro. Outros acreditam que foi Martinho Lutero quem teve a ideia, em 1530. As bolas coloridas simbolizariam ainda os frutos da “árvore da vida”, já na cultura cristã.
Outros enfeites também têm um simbolismo especial, relacionado ao nascimento de Jesus Cristo, a quem a festa homenageia o nascimento. A estrela que tradicionalmente é colocada no alto da árvore simboliza a estrela que guiou os reis magos até o local do nascimento do menino Jesus, segundo relato do Evangelho de Matheus, na Bíblia.
Os reis, aliás, também são os inspiradores da troca dos presentes: eles viajaram até Belém para ofertar mirra, incenso e ouro para o bebê. As velas de Natal também fazem referência à chegada de Jesus ao mundo e simbolizam a “luz do mundo”.
Imagem se popularizou com a Coca-Cola Foto: Fábio Guimarães / Extra
A troca de presentes também remete a São Nicolau, bispo que tinha o costume de distribuir presentes. Foi ele, aliás, quem inspirou a figura de Papai Noel. Segundo a lenda, São Nicolau deixava sacolas de moedas de ouro próximo a chaminés de famílias pobres. No começo, as roupas do bom velhinho, que viria a ser o Papai Noel, eram de cor marrom ou verde.
Você provavelmente já ouviu falar que foi a Coca-Cola (sim, isso mesmo) quem criou o Papai Noel. Na verdade, a história não é bem assim. De fato, a gigante dos refrigerantes ajudou na popularização da figura mais conhecida do homem barrigudo e de barba branquinha com roupas vermelhas.
Uma das imagens criadas por Thomas Nast mostram o uniforme do velhinho que se tornou popular Foto: Reprodução
Mas a primeira vez que Papai Noel foi representado com o uniforme como conhecemos hoje, de cintos pretos, gorro e botas, foi em uma publicação da revista Harpers Weekly, por volta de 1866. Entre 1863 e 1881, o artista Thomas Nast publicou diversos desenhos representando o Bom Velhinho. É dele a imagem que conhemos hoje e que foi comprada, alguns anos mais tarde, pela Coca-Cola. O resto da história a gente já conhece. Ho ho ho!" por Jornal Extra 
O capitalismo e a paganização embutidas nessa data onde comemoramos o nascimento de alguém muito especial, são tão exacerbados que se quer damos a devida honra ao homenageado. sentamos na mesa da glutonaria, esquecemos de tudo o que o nascimento de alguém jamais criado nos proporcionou. precisamos refletir sobre o Natal e suas influencias, como as nossas vidas tem sido influenciada pelas diversas culturas a ponto de perdermos o que Jesus representou para humanidade e a nossa identidade em Deus. Toda honra e toda glória sejam dadas a Jesus, o único, digno e a razão de tudo isso.

Orando como filho a um Pai

sábado, 20 de dezembro de 2014 Nenhum comentário


Aprendendo a orar como Jesus

A oração de um filho deve sua influência totalmente ao relacionamento estabelecido com seu Pai. Essa influência só pode ser exercida se o filho estiver realmente vivendo esse relacionamento, em casa, em amor, no serviço do Pai. Viva como um filho de Deus, então você será capaz de orar como um filho, e como um filho você pode ter absoluta certeza de que será ouvido.
O filho que por vontade própria esquece a casa do pai, que não encontra nenhum prazer na presença, no amor e na obediência do pai, e ainda pensa em pedir e obter o que deseja, ficará, com certeza desapontado. Já aquele cujo relacionamento, vontade, honra e amor do Pai é a alegria de sua vida, descobrirá que o Pai tem prazer em atender suas vontades.
Em Mateus 7.9-11 “7.9 Por acaso algum de vocês, que é pai, será capaz de dar uma pedra ao seu filho, quando ele pede pão? 7.10 Ou lhe dará uma cobra, quando ele pede um peixe? 7.11 Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai de vocês, que está no céu, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” Jesus deixa bem claro no sermão do monte o que é esse viver como filho, revela o cuidado e a provisão de uma Pai que excede a paternidade humana. Jesus deseja mostrar que o amor do Pai e o prazer que o Pai tem em atender ao desejo do filho gera confiança e ousadia no filho em pedir qualquer coisa.
Porém somente a distância desse relacionamento e realidade que impede com que as nossas orações não sejam respondidas. Em Tiago 4.3 vemos a visão distorcida de um filho que não entendeu a Paternidade de Deus. Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” Essa é a visão de um filho que não tem prazer em estar com o Pai, mas apenas com as dadivas das suas mãos. O Pai não exige de nós um cumprimento perfeito da lei, mas exige uma entrega de todo o coração, o Pai deseja apenas uma proximidade de filho, como o de uma criança disposta a viver como filho com Ele em obediência e verdade.

O segredo da oração eficaz é: ter o coração cheio do amor paterno de Deus. Não basta saber que Deus é um Pai. Ele quer que gastemos tempo até ficarmos totalmente impactados com as implicações do significado e revelação desse nome. “PAI”

Postagens populares

Páginas

 
Desenvolvido por Michelly Melo.